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Caminho Coop

Recursos

Ferramentas para quem trabalha com jovens

Padrões de qualidade, autoavaliação e manuais de educação não formal, todos gratuitos. Escolhemos os que usamos no nosso trabalho e juntámos o referencial de qualidade que criámos com parceiros europeus.

O nosso referencial

Q6: Padrões de Qualidade no Trabalho com Jovens

Os técnicos de juventude têm um papel decisivo para que os jovens se tornem membros ativos, envolvidos e responsáveis das suas comunidades. O seu trabalho vai além de pôr atividades em prática: passa por capacitar os jovens, promover a participação e a inclusão social. Os seis padrões juntam as capacidades relacionais, pedagógicas, cívicas, profissionais, de comunicação e organizacionais que permitem aos jovens participar, desenvolver competências, aceder a oportunidades e envolver-se na vida comunitária e democrática.

Descarregar o manual completo Q6 (PDF, 5 MB): padrões, autoavaliação, educação não formal e exemplos de atividades.

Criado pela Caminho Coop com parceiros de Braga, da Bulgária e da Croácia no projeto Erasmus+ «Quality Standards for Youth Workers» (2023-1-PT02-KA220-YOU-000160531), cofinanciado pela União Europeia.

Padrões de qualidade para técnicos de juventude

Para apoiar o envolvimento ativo e a mobilização dos jovens

  1. 1Competência interpessoal e relacional
    • Construção de relações de confiança e respeito com jovens
    • Escuta ativa e empatia
    • Resolução de conflitos e mediação
    • Networking e desenvolvimento de parcerias
    • Promoção da inclusão, diversidade e igualdade de oportunidades
  2. 2Competência de facilitação e pedagógica
    • Conceção e facilitação de atividades participativas e de aprendizagem não formal
    • Promoção do pensamento crítico, reflexão e resolução de problemas
    • Apoio às dinâmicas de grupo e ao trabalho em equipa
    • Promoção do voluntariado e da cocriação de atividades
    • Adaptação de métodos a diferentes necessidades, contextos e estilos de aprendizagem
  3. 3Competência cívica e social
    • Promoção da participação jovem em iniciativas locais, nacionais e europeias
    • Apoio à tomada de decisão democrática e à cidadania ativa
    • Compreensão dos contextos sociais, culturais e políticos que afetam os jovens
    • Promoção da inclusão social e da consciência dos direitos humanos
  4. 4Competência pessoal e profissional
    • Autorreflexão e desenvolvimento profissional contínuo
    • Tomada de decisão ética e responsabilidade
    • Iniciativa, criatividade e adaptabilidade
    • Resiliência e inteligência emocional
    • Capacidade de motivar, inspirar e capacitar jovens
  5. 5Competência de comunicação
    • Comunicação verbal e escrita clara
    • Literacia digital e utilização de ferramentas online para envolvimento
    • Advocacy e comunicação pública para representar os interesses dos jovens
    • Promoção do diálogo entre jovens e instituições
  6. 6Competência de planeamento, organizacional e estratégica
    • Conceção e gestão de projetos
    • Monitorização, avaliação e integração de feedback
    • Gestão e mobilização de recursos
    • Compreensão e aplicação de normas e referenciais de qualidade no trabalho com jovens

Os 6 padrões em detalhe

O que significa cada padrão

Cada cartão tem a definição e porque é importante. Vire-o para ver o que se observa na prática em três níveis: júnior, intermédio e especialista.

1

Competência interpessoal e relacional

Definição

Capacidade de construir relações de confiança, respeito e apoio com jovens, promovendo a inclusão, gerindo conflitos de forma construtiva e desenvolvendo parcerias que reforçam os ecossistemas de apoio à juventude.

Porque é importante

O projeto mostrou que os jovens associam a qualidade do trabalho com jovens sobretudo a qualidades relacionais: empatia, compreensão, comunicação e escuta. Destacou também a resolução de conflitos, a inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade e a colaboração com outros profissionais.

Padrão 1 · Indicadores observáveis

Competência interpessoal e relacional

Júnior
  • Demonstra atitudes respeitosas e não julgadoras perante os jovens
  • Utiliza técnicas básicas de escuta ativa (por exemplo, reformulação, clarificação)
  • Reconhece situações de conflito emergente e procura apoio quando necessário
  • Demonstra consciência dos princípios de inclusão e diversidade
  • Mantém contacto básico com atores locais relevantes (escola, ONG, centro de juventude)
Intermédio
  • Constrói relações estáveis e baseadas na confiança com grupos diversos de jovens
  • Usa empatia e escuta ativa de forma consistente em contextos individuais e de grupo
  • Facilita a mediação de conflitos de forma calma e construtiva
  • Adapta a comunicação e o apoio a diferentes necessidades e contextos
  • Colabora ativamente com escolas, serviços sociais, psicólogos ou parceiros comunitários
Especialista
  • Cria uma cultura relacional de confiança, pertença e respeito mútuo nos programas
  • Orienta pares na prática relacional e na mediação de conflitos
  • Concebe estratégias inclusivas de envolvimento para jovens sub-representados ou vulneráveis
  • Constrói e sustenta parcerias intersectoriais para melhorar percursos de participação juvenil
  • Contribui para ecossistemas locais que reduzem barreiras ao acesso e à participação
2

Competência de facilitação e pedagógica

Definição

Capacidade de conceber, dinamizar e adaptar processos de aprendizagem participativos, centrados nos jovens e de educação não formal, que promovem envolvimento, reflexão, trabalho em equipa e cocriação.

Porque é importante

A educação não formal e a aprendizagem informal são abordagens centrais no trabalho com jovens, e a preparação para facilitar a participação é forte. Já a participação dos jovens no desenho dos programas continua pouco sistemática, o que torna a cocriação um padrão de qualidade a reforçar.

Padrão 2 · Indicadores observáveis

Competência de facilitação e pedagógica

Júnior
  • Utiliza métodos básicos de educação não formal (por exemplo, discussão, jogos, trabalho em pequenos grupos)
  • Planeia atividades com objetivos claros e estrutura básica
  • Apoia a participação do grupo e gere o tempo com orientação
  • Incentiva os jovens a partilhar ideias e feedback
  • Ajusta atividades quando surgem questões básicas de acessibilidade ou envolvimento
Intermédio
  • Concebe processos de aprendizagem participativos coerentes com resultados claros
  • Facilita intencionalmente a reflexão, a resolução de problemas e o trabalho em equipa
  • Utiliza métodos variados para responder a diferentes estilos de aprendizagem e perfis de grupo
  • Envolve os jovens no planeamento e na adaptação das atividades
  • Mantém a energia, a inclusão e o foco do grupo em diferentes contextos
Especialista
  • Concebe percursos de aprendizagem liderados pelos jovens e cocriados
  • Utiliza a facilitação de forma estratégica para construir agência, consciência crítica e ação coletiva
  • Adapta métodos com fluidez em grupos complexos ou mistos
  • Orienta outros técnicos de juventude em educação não formal e pedagogia participativa
  • Desenvolve e testa formatos inovadores de envolvimento (por exemplo, baseados em jogo, experienciais, híbridos)
3

Competência cívica e social

Definição

Capacidade de apoiar a cidadania ativa dos jovens, a participação democrática, a inclusão social e a compreensão dos contextos sociais, culturais e políticos que moldam as suas vidas.

Porque é importante

O trabalho com jovens está muito ligado à participação comunitária, à inclusão e ao acesso a oportunidades. A participação cívica, a cidadania democrática e a educação para os direitos humanos têm impacto mais moderado em alguns contextos, por isso este domínio é especialmente importante. Os próprios jovens veem a promoção da cidadania ativa como um papel central dos técnicos.

Padrão 3 · Indicadores observáveis

Competência cívica e social

Júnior
  • Incentiva os jovens a participar em decisões comunitárias ou de grupo
  • Introduz conceitos básicos de participação, direitos e responsabilidades
  • Identifica as principais barreiras que afetam os jovens no contexto local
  • Integra mensagens simples de inclusão e direitos nas atividades
Intermédio
  • Facilita processos estruturados de participação (por exemplo, consulta juvenil, codecisão, planeamento de ação)
  • Apoia os jovens a envolverem-se com instituições locais e oportunidades cívicas
  • Utiliza conhecimento do contexto (social, cultural, territorial, político) para adaptar intervenções
  • Promove a inclusão e abordagens baseadas em direitos de forma prática
Especialista
  • Concebe e lidera percursos de participação juvenil ligados à tomada de decisão pública
  • Apoia advocacy liderado por jovens, iniciativas cívicas e envolvimento democrático
  • Faz a ponte entre as perspetivas dos jovens e os atores institucionais de forma credível e ética
  • Reforça estratégias de inclusão social para grupos marginalizados ao nível do programa ou da comunidade
  • Contribui para metodologias de aprendizagem cívica e modelos de participação na organização ou no território
4

Competência pessoal e profissional

Definição

Capacidade de agir eticamente, refletir criticamente sobre a própria prática, manter-se adaptável e resiliente e continuar a desenvolver-se profissionalmente, ao mesmo tempo que motiva e capacita os jovens.

Porque é importante

A formação e a profissionalização são muito valorizadas, mas as oportunidades de desenvolvimento nem sempre estão acessíveis. Há forte procura por desenvolvimento profissional contínuo, reconhecimento ético e profissional e formação em áreas em evolução, como a saúde mental, a inclusão e as novas tecnologias.

Padrão 4 · Indicadores observáveis

Competência pessoal e profissional

Júnior
  • Reflete sobre a própria prática depois das atividades e identifica aprendizagens
  • Demonstra consciência ética básica (confidencialidade, respeito, limites)
  • Responde de forma construtiva ao feedback de pares ou de jovens
  • Demonstra vontade de aprender e de se adaptar
  • Utiliza linguagem encorajadora e técnicas básicas de motivação
Intermédio
  • Investe regularmente no desenvolvimento profissional e aplica o que aprende
  • Toma decisões eticamente sólidas em situações complexas
  • Demonstra autorregulação emocional e resiliência sob pressão
  • Adapta papéis e métodos ao contexto e às necessidades do grupo
  • Apoia a autonomia, a confiança e a agência dos jovens
Especialista
  • Dá o exemplo de prática ética e reflexiva a pares e equipas
  • Integra a aprendizagem contínua na melhoria do programa e da organização
  • Mantém a resiliência profissional em contextos de grande pressão ou complexidade
  • Inova de forma responsável, preservando os princípios de salvaguarda e inclusão
  • Inspira o envolvimento dos jovens a longo prazo com uma prática orientada para a capacitação
5

Competência de comunicação

Definição

Capacidade de comunicar de forma clara e eficaz em contextos orais, escritos, digitais e institucionais, para envolver os jovens, representar os seus interesses e possibilitar o diálogo.

Porque é importante

A comunicação é central para a qualidade, tanto na relação com os jovens como junto das instituições. Os jovens dão muito peso à comunicação e à escuta, e a literacia digital, a literacia mediática e o envolvimento online ganham importância. Falta também mais diálogo entre técnicos, jovens e instituições.

Padrão 5 · Indicadores observáveis

Competência de comunicação

Júnior
  • Comunica de forma clara nas interações do dia a dia com jovens
  • Produz comunicação escrita básica (mensagens, convites, resumos) adequada a públicos jovens
  • Utiliza ferramentas digitais básicas para apoiar a comunicação e a participação
  • Apresenta atividades ou necessidades dos jovens em termos simples a parceiros
Intermédio
  • Comunica eficazmente com jovens, famílias, pares e atores institucionais
  • Utiliza ferramentas digitais e formatos online para apoiar o envolvimento e a participação
  • Aplica princípios de literacia mediática na comunicação dirigida aos jovens
  • Facilita o diálogo construtivo entre jovens e atores locais
  • Fala em público com confiança em contextos ligados à juventude
Especialista
  • Concebe estratégias de comunicação para o envolvimento juvenil em vários canais
  • Utiliza ambientes de comunicação digital e híbrida de forma pedagogicamente consistente
  • Representa as perspetivas dos jovens com credibilidade em espaços institucionais ou políticos
  • Apoia iniciativas de advocacy e de voz pública lideradas por jovens
  • Orienta pares em comunicação, facilitação de diálogo e envolvimento digital
6

Competência de planeamento, organizacional e estratégica

Definição

Capacidade de planear, gerir, monitorizar, avaliar e melhorar processos e recursos do trabalho com jovens de forma estratégica, alinhada com padrões de qualidade e com impacto a longo prazo.

Porque é importante

É um domínio central. Há forte apoio a padrões de qualidade nacionais e europeus, e os padrões de qualidade e a investigação de impacto surgem como prioridades. Muitos técnicos não têm referenciais estruturados nem sistemas formais de feedback, e a gestão de projetos e a angariação de fundos são necessidades de desenvolvimento.

Padrão 6 · Indicadores observáveis

Competência de planeamento, organizacional e estratégica

Júnior
  • Planeia atividades com objetivos, cronograma e distribuição básica de recursos
  • Recolhe e utiliza feedback básico dos jovens
  • Acompanha resultados simples (presenças, participação, conclusão de atividades)
  • Compreende o propósito dos padrões de qualidade e dos procedimentos de salvaguarda
  • Identifica necessidades básicas de recursos e a quem recorrer quando é preciso
Intermédio
  • Concebe e gere projetos com lógica clara, papéis definidos e resultados esperados
  • Utiliza o feedback e as conclusões da avaliação para melhorar a prática
  • Aplica ferramentas estruturadas de monitorização e indicadores básicos
  • Mobiliza recursos através de parcerias, propostas ou coordenação institucional
  • Alinha os programas com os requisitos da organização e com referenciais de qualidade
Especialista
  • Lidera o desenho estratégico de programas ligados a resultados de longo prazo para os jovens
  • Desenvolve e aplica sistemas de garantia da qualidade adequados ao trabalho com jovens
  • Integra a avaliação participativa e a evidência na tomada de decisão
  • Garante e gere recursos de forma sustentável (financiamento, parcerias, ferramentas, equipa)
  • Contribui para desenvolver, adaptar ou aplicar padrões de trabalho com jovens na organização ou no território

Autoavaliação

Como está a sua prática?

30 afirmações, cerca de 10 minutos. A autoavaliação abre num painel ao lado, para poder ler os padrões enquanto responde. No fim recebe o seu perfil, recursos para a sua prioridade e um plano de ação. As respostas ficam só neste dispositivo.

Biblioteca

Manuais e ferramentas gratuitas

Do Conselho da Europa, da União Europeia, da rede SALTO, de parceiros como a DYPALL e de organizações portuguesas. A maioria está em inglês; assinalamos os que têm versão em português.

Padrões de qualidade

Referenciais e documentos de política que dizem o que é um trabalho com jovens de qualidade.

PDFPTEN

Recomendação CM/Rec(2017)4 sobre o trabalho com jovens

Conselho da Europa · 2017

O primeiro documento político internacional dedicado ao trabalho com jovens e ao seu desenvolvimento com qualidade.

PDFPT

Trabalho com jovens em foco

IPDJ, a partir do Conselho da Europa · 2021

Guia passo a passo da Recomendação sobre o trabalho com jovens, em português.

PDFEN

Quality youth work: a common framework

Comissão Europeia, grupo de peritos · 2015

Propõe um quadro comum de qualidade, com indicadores, para desenvolver o trabalho com jovens na Europa.

PDFEN

Declaração de Bona: «Signposts for the future»

3.ª Convenção Europeia do Trabalho com Jovens · 2020

Define as prioridades do Processo de Bona para pôr em prática a Agenda Europeia para o Trabalho com Jovens.

WebPTEN

Agenda Europeia para o Trabalho com Jovens

Conselho da União Europeia · 2020

Resolução que cria a Agenda Europeia para o Trabalho com Jovens e o quadro para a pôr em prática.

Autoavaliação e competências

Ferramentas para avaliar a prática, a equipa ou a estrutura e planear o que melhorar.

Ferramenta online e PDFEN

Youth Work Portfolio

Conselho da Europa · 2025

Autoavaliação de competências em trabalho com jovens, sozinho ou em equipa, com um plano de aprendizagem.

Web e PDFEN

Modelo de competências para técnicos de juventude (ETS)

SALTO Training & Cooperation · 2023

Nove áreas de competência para quem trabalha com jovens em contexto internacional, com descrições e indicadores.

Web e PDFEN

Modelo de competências para formadores (ETS)

SALTO Training & Cooperation · 2014

Competências de quem forma em educação não formal a nível internacional, com critérios de qualidade.

Também em: Facilitação e educação não formal

Web e PDFEN

T-Kit 10: Avaliação educativa no trabalho com jovens

Parceria UE–Conselho da Europa · 2007

Teoria e prática para avaliar atividades de juventude: o que avaliar, quando e com que métodos.

Também em: Facilitação e educação não formal

Facilitação e educação não formal

Manuais e bancos de métodos para preparar, dinamizar e avaliar atividades.

Web e PDFEN

T-Kit 6: O essencial da formação

Parceria UE–Conselho da Europa · 2021

As bases da formação em educação não formal: preparar, facilitar e avaliar um percurso de aprendizagem.

Base de dados onlineEN

SALTO Toolbox for Training

SALTO-YOUTH · Atualizado sempre

Mais de 4500 métodos, exercícios e manuais para formadores e técnicos de juventude, com pesquisa por tema.

Web e PDFEN

T-Kit 14: Aprendizagem baseada em valores em projetos de mobilidade

Parceria UE–Conselho da Europa · 2022

Como trabalhar valores em intercâmbios e outros projetos de mobilidade, com atividades prontas.

Web e PDFPT

Publicações da Rede Inducar

Inducar · Vários anos

Cadernos e manuais em português sobre educação não formal, cidadania e educação política.

Base de dados onlineEN

Calendário europeu de formações (SALTO)

SALTO-YOUTH · Atualizado sempre

Formações, seminários e encontros internacionais para técnicos de juventude, muitos com custos cobertos pelo Erasmus+.

Direitos humanos e inclusão

Atividades prontas para trabalhar direitos humanos, igualdade e inclusão com jovens e crianças.

Web e PDFPTEN

Compass: manual de educação para os direitos humanos com jovens

Conselho da Europa · 2020

O manual de referência: enquadramento sobre direitos humanos e dezenas de atividades para jovens.

PDFEN

Compasito: educação para os direitos humanos com crianças

Conselho da Europa · 2023

A versão do Compass para crianças, para educadores, professores e animadores.

Web e PDFEN

Bookmarks: combater o discurso de ódio online

Conselho da Europa · 2020

Atividades para trabalhar o discurso de ódio online com jovens dos 13 aos 18 anos.

Web e PDFEN

Gender Matters

Conselho da Europa · 2019

Enquadramento e atividades sobre a violência de género que afeta os jovens.

PDFEN

Domino: educação pelos pares contra o racismo e a intolerância

Conselho da Europa · 2004

Manual para projetos de educação pelos pares contra o racismo, a xenofobia e a intolerância.

Web e PDFEN

T-Kit 8: Inclusão social

Parceria UE–Conselho da Europa · 2017

Exclusão e inclusão social e como trabalhar com jovens com menos oportunidades.

WebPT

Cidadania e Desenvolvimento

Direção-Geral da Educação · Atualizado sempre

Referenciais e recursos da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, organizados por tema.

Também em: Participação jovem

Participação jovem

Guias para envolver jovens nas decisões locais e nas políticas de juventude.

PDFEN

Have your say! A Carta Europeia da participação dos jovens na vida local

Conselho da Europa · 2015

Explica a Carta revista e como aplicá-la para os jovens participarem nas decisões do seu município.

Web e PDFEN

T-Kit 15: Políticas de juventude participativas

Parceria UE–Conselho da Europa · 2023

Formação para envolver os jovens em todas as fases de uma política de juventude.

PDFEN

Youth Participation 2.0: orientações sobre participação jovem

Conselho da Europa · 2023

Orientações para reforçar a participação dos jovens a nível local, regional e nacional.

Curso online gratuitoEN

MOOC: participação jovem e conselhos locais de juventude

SALTO / HOP · Ao seu ritmo

Curso online sobre participação jovem e o funcionamento de conselhos locais de juventude, para técnicos, jovens e autarquias.

Projetos e organizações

Gestão de projetos, de organizações e de atividades sustentáveis.

Web e PDFEN

T-Kit 3: Gestão de projetos

Parceria UE–Conselho da Europa · 2026

Edição revista sobre o ciclo de vida de um projeto de juventude, da ideia ao relatório.

Web e PDFEN

T-Kit 1: Gestão de organizações

Parceria UE–Conselho da Europa · 2000

Fundamentos de gestão para organizações de juventude, da gestão do tempo à gestão de equipas.

Web e PDFEN

T-Kit 13: Sustentabilidade e trabalho com jovens

Parceria UE–Conselho da Europa · 2018

Temas de sustentabilidade, atividades e uma lista de verificação para atividades mais sustentáveis.

Web e PDFPT

Publicações do Centro de Juventude de Lisboa

IPDJ · Vários anos

Traduções em português de documentos do Conselho da Europa na área da juventude e outras publicações.

Também em: Padrões de qualidade

Links confirmados a 31 de outubro de 2026. Os recursos são das organizações que os publicam; a Caminho Coop apenas os reúne aqui.

Quer pôr isto em prática com a sua equipa?

Fazemos formações para técnicos de juventude, professores e dirigentes associativos sobre qualidade, facilitação e participação, à medida da vossa organização.

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